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Atualizado: 22 de abr. de 2024

Animais em cativeiro que não apresentam comportamento natural podem estar sofrendo com a inadequação do recinto. Quando livres na natureza, podem percorrer grandes distâncias para se alimentar, em busca de abrigo e parceiros sexuais, etc.


Em geral, quando em cativeiro, os animais podem apresentar comportamentos anormais que não nada agradáveis de se ver. Peça fundamental para reverter esse processo são as técnicas aplicadas em Enriquecimento Ambiental. O Enriquecimento Ambiental objetiva fazer com que os animais possam dedicar mais tempo em seus comportamentos naturais, como vigilância e demarcação de território, captura de presas e brincadeiras.


Recintos que não permitam ao animal a expressão de comportamentos específicos (e.g. fuga), pode apresentar agressividade, hipersexualidade, auto-mutilação, movimentos

estereotipados, ou desenvolver quadros depressivos que dependendo da gravidade pode até levar a morte.


Para isso, existem diversos tipos de enriquecimento que iremos apresentar em nosso curso de Técnicas de Manejo de Animais Silvestres; curso que dedicaremos inteiramente a ensinar a adequação de recintos inclusive com aplicação de técnicas de estímulos de enriquecimento ambiental.


Para tanto, para que as técnicas utilizadas sejam eficientes é necessário conhecer bem o comportamento dos animais a fim de criar melhores condições para sua manutenção em cativeiro.

 
 
 

Atualizado: 22 de abr. de 2024

Após alguns anos liderando equipes em ambientes naturais e participando de treinamentos empresariais ao ar livre, o professor Anderson Ribeiro vem buscando mapear e entender historicamente o papel de um líder de equipe.


A sociedade precisa entender a importância de uma unidade de conservação e promover esse encontro é o papel do Líder de Ambiente Natural, seja ele Guia, Condutor ou um instrutor de pesquisa. Dentro dessas lideranças podemos encontrar várias características.


Atualmente ministra um curso de liderança na Bioconservation, onde em 8 horas conseguimos passar um conteúdo as principais características desse profissional e seu papel na conservação.


São 8 horas de atividades ao ar livre com entrega de certificado.

abaixo segue um breve resumo de 40 min.


Para se inscrever em nosso curso acesse agora: https://www.bioconservation.eco.br/lideranca-naturais

 
 
 

Atualizado: 22 de abr. de 2024

Infelizmente seja por falta de conhecimento, medo ou simplesmente pelo animal ser o que é, ou seja, uma serpente, esses animais são mortos deliberadamente. no Brasil, apesar de possuirmos pouco mais de 60 espécies de serpentes que podem causar acidentes graves (envenenamento) às pessoas, todas as outras, mais de 400 espécies de serpentes (segundo a lista de répteis da Sociedade de Herpetologia Brasileira mais atualizada - 2018) que não oferecem risco acabam sendo mortos assim que são avistadas.


Afinal por que devemos proteger as serpentes? Qual o papel destes animais na natureza?


Todas as serpentes são carnívoras; a única exceção é uma espécie que ocorre no México

que se alimenta apenas do líquido do abdome de cupins. Desta forma, são animais que controlam o tamanho da população de outros animais (lesmas, ratos, sapos, aves, outras serpentes etc.). Da mesma forma, elas servem de alimento para outros animais como: aves de rapinas, gambás, seriemas, zorrilhos, cachorros do matos etc. Portanto, do ponto de vista biológico, na natureza, as serpentes fazem parte da grande cadeia alimentar natural, tanto como presa como predadores.


Do ponto de vista médico, alguns remédios são produzidos a partir do veneno das serpentes. O Captopril, remédio utilizado para o controle da pressão arterial possui um princípio ativo que foi isolado em 1960 a partir do veneno da jararaca. Da mesma forma, a partir do veneno da cascavel, uma substância denominada ENPAK (endogenous pain killer) foi desenvolvido um analgésico 600 vezes mais potente que a morfina. O ENPAK está sendo estudado para ser uma opção ao uso da morfina no tratamento de dores decorrentes do câncer.


Sendo assim, apresentamos porque as serpentes devem ser conservadas e protegidas, seja do ponto de vista biológico ou médico, e veja bem, apresentamos dois motivos do porque as consideradas popularmente como "perigosas" devem ser protegidas! É claro que conhecer quais são as que podem causar acidentes ou não é fundamental!


Além dos motivos médicos e biológicos as serpentes devem ser protegidas em última instância por motivos éticos. Não podemos e não temos o direito de privar esta e as gerações futuras de conviverem com esses animais.


No dia 07/11/20 termos mais uma edição de nosso curso de Serpentes peçonhentas do Brasil (https://www.bioconservation.eco.br/serpentes-peconhentas-brasil) para adultos.


Aguardamos por vocês!

 
 
 

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