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Atualizado: 21 de mai. de 2024

A descoberta do Leopardus pardinoides representa um momento de grande importância na trajetória da zoologia e da conservação da vida selvagem. Esta espécie de felino, desconhecida por muito tempo, agora emerge, trazendo consigo uma riqueza de informações sobre a biodiversidade da América do Sul, destacando ainda mais a importância da pesquisa científica.




A história que envolve a identificação do Leopardus Pardinoides é tão fascinante quanto o próprio felino. Uma equipe de pesquisadores da Universidade Estadual do Maranhão, realizaram uma extensa análise de registros de museus e câmeras fotográficas em armadilhas, complementada por estudos genéticos detalhados. Após meses de busca, os cientistas capturaram imagens deste felino até então desconhecido, confirmando a presença do Leopardus pardinoides em seu habitat natural. Este novo felino se destaca das outras espécies de gatos-do-mato por possuir uma característica distintiva: apenas um par de mamas. Além disso, apresenta uma cauda longa e orelhas arredondadas. Esta espécie, pode ser encontrada nas florestas nubladas que estão desaparecendo nas cordilheiras do sul da América Central e dos Andes.


Essa descoberta não apenas adicionou uma nova espécie à lista de felinos do mundo, mas também permitiu que estudos mais detalhados sobre sua ecologia, comportamento e conservação fossem realizados. Agora, os pesquisadores estão empenhados em desvendar todos os aspectos dessa espécie recém-descoberta, desde sua distribuição geográfica até sua dieta e interações com outras espécies. Além disso, medidas de conservação estão sendo implementadas para proteger os habitats onde é possível encontrar o felino, garantindo sua sobrevivência a longo prazo.


Lembrando que em breve teremos nosso curso online de Biologia de Felinos via Microsoft Teams! Uma excelente oportunidade para aprofundar ainda mais seus conhecimentos sobre esses fascinantes animais!


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Redação: Remilly Leal Guedes. Estagiária da Bioconservation.



T.G de Oliveira et al. 2024. Ecological modeling, biogeography, and phenotypic analyses setting the tiger cats’ hyperdimensional niches reveal a new species.

 
 
 

O Burrachudo (Simullium sp.) é uma pequenina mosca hematófaga (que se alimenta de sangue) comum em locais húmidos. Esses insetos se tornam um problema quase intolerável para nós quando ocorre desequilíbrio na sua população. O desequilíbrio se dá devido ao desmatamento, despejo de lixo, dejetos humanos e animais mortos nos rios.


De hábitos diurnos ele precisa de água corrente para procriar e sobreviver. Nas fases de ovo, larva e pupa, precisa da presença de luz, matéria orgânica, água corrente, oxigênio e algum material para se fixar. A fêmea, no momento de pôr os ovos, procura um lugar com essas características. Ela deposita os ovos em folhas e capins próximos da água e pode colocar de 100 a 600 ovos por vez, dependendo da espécie.



Lembrando que somente a fêmea pica porque ela precisa de sangue quente para o processo de ovulação, vivendo em média de 45 a 50 dias. O macho se alimenta de néctar das flores e seiva das plantas.


Para aumentar o controle populacional de borrachudos é necessário a recuperação da mata ciliar – aquela que fica nas margens de rios e córregos – faz com que haja mais sombra nessas áreas, o que dificulta a entrada da luz diminuindo a temperatura do ambiente. A mata ciliar também serve como abrigo para os predadores do borrachudo como peixes, anfíbios, répteis e aves. Além de forma uma barreira que evita o deslocamento do inseto para fora das matas.


A conscientização e preservação ambiental, principalmente na manutenção da mata ciliar é um dos caminhos mais eficientes para combater o desequilíbrio na população do inseto.


Vamos juntos nesse combate?

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Redação: Joel Leal. Estagiário da Bioconservation e Monitor Ambiental do ICMBio.


Fonte: https://www.epagri.sc.gov.br/index.php/2021/06/23/como-controlar-o-borrachudo-confira-as-dicas-da-epagri/

 
 
 

Atualizado: 22 de abr. de 2024

A partir da década de 1940 a Leucena (Leucena Leucocephala) foi estimulada a ser plantada pelo mundo como uma espécie forrageira (plantas usadas como fonte de alimento para os animais). As folhas e ramos jovens apresentam teores de 25% de proteína bruta, sendo ótimas para alimentação de animais e por esse, e, alguns outros benefícios já chegou a ser conhecida como "A Árvore Milagrosa".


Todavia, tirando os benefícios para alimentação animal, quando se trata de conservação da Biodiversidade, essa espécies não tem nada de milagrosa! A Leucena é uma leguminosa oriunda do México e América Central com alto potencial adaptativo que estabelece uma relação de dominância com a flora nativa, invadindo rapidamente o novo ambiente. Vale lembrar que as espécies invasoras são consideradas a segunda maior causa mundial de extinções e da perda da diversidade biológica!


Hoje a L. Leucocephala é considerada uma das 100 piores espécies invasoras do mundo, sendo de difícil manejo. Quando cortada ela rebrota pelo tronco e pelas raízes, sua vagem contem de 15 à 25 sementes que conseguem permanecer por um longo tempo no banco de sementes do solo, dificultando ainda mais a sua erradicação. Uma das tentativas para solucionar esse problema apontado por especialistas seria plantar cada vez mais espécies nativas, fazendo um repovoamento no local. Desta forma, a medida que as nativas crescem sombreando o local, ocorra a eliminação ou exerça dificuldade ao crescimento da Leucena.


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Redação: Joel Leal. Estagiário da Bioconservation e Monitor Ambiental do ICMBio.


Redação: Joel Leal. Estagiário da Bioconservation e Monitor Ambiental do ICMBio.


Referência: Martelli, A. (2022). Uma proposta de erradicação da espécie exótica invasora denominada Leucena em uma área do município de Itapira-SP e o favorecimento da biodiversidade local. Revista Verde Grande: Geografia E Interdisciplinaridade, 4(02), 275–287. https://doi.org/10.46551/rvg2675239520222275287

 
 
 

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